Brasília inicia contagem regressiva de 1 ano da Copa do Mundo Feminina
Brasília deu início à contagem regressiva para a Copa do Mundo Feminina, que ocorrerá em 2027. Para comemorar a data, uma série de atividades foi organizada na capital federal, com o objetivo de incentivar o esporte e mobilizar a população.
Por determinação da Federação Internacional de Futebol, todas as cidades-sede da competição promoveram eventos simultâneos. Em Brasília, a programação reuniu mais de 700 estudantes dos centros olímpicos do Distrito Federal, em ações no Estádio Nacional de Brasília, no Parque da Cidade e na Rodoviária do Plano Piloto.
A coordenadora do comitê do Executivo criado pelo governo do Distrito Federal para a Copa de 2027, Laís Barufí, explicou que as atividades integram o esforço de preparação da cidade para receber o evento. Ela afirmou que as ações buscam aproximar a população, especialmente crianças e jovens, do futebol feminino.
No Estádio Nacional, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a arena. Já no Parque da Cidade, os alunos fizeram pinturas com a temática da Copa, em uma atividade coletiva voltada à expressão artística e à celebração do torneio.
A programação também incluiu ações de engajamento com o público na plataforma da Rodoviária do Plano Piloto, onde foram organizadas atividades de “golzinho” para marcar simbolicamente a contagem regressiva de um ano para o Mundial.
A ex-jogadora da seleção brasileira feminina, Marileia dos Santos, conhecida como Michael Jackson, participou das atividades. Ela faz parte da equipe da secretaria extraordinária criada pelo Ministério do Esporte para a Copa feminina.
Michael Jackson destacou que a Copa não se limita apenas a uma competição esportiva, pois ela e o futebol envolvem impactos sociais duradouros. Ela lembrou que o futebol feminino enfrentou décadas de proibição no país e destacou as mudanças ocorridas nos últimos anos.
A ex-atleta também enfatizou o papel das políticas públicas nesse processo, afirmando que o futebol feminino tem dimensão social e contribui para a formação de cidadãos. Ela acrescentou que o esporte ajuda a superar adversidades e a trabalhar pelo bem comum.
Entre os participantes da atividade está Maria Eduarda Souza, de 11 anos, que é uma das goleiras no centro olímpico. A paixão pelo futebol a motivou a participar da atividade.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
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