Parapan-Pacífico de natação: Brasil estreia com medalhas e recorde
O Brasil encerrou o primeiro dia de competições de natação do Parapan‑Pacífico com quatro medalhas, sendo duas de ouro e duas de prata, na sexta‑feira, 28 de agosto, em Walnut, nos Estados Unidos.
As provas são realizadas no formato multiclasses, no qual atletas de diferentes categorias competem na mesma série. A classificação para as finais e a definição das medalhas são feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC), que atribui pontuação a cada prova considerando o tempo e a classe do nadador. O torneio, que teve sua primeira edição em 2011, está programado para terminar no domingo, 30 de agosto.
O Parapan‑Pacífico foi criado pelos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão com o objetivo de oferecer competições de alto nível nos anos em que não há Campeonato Mundial ou Jogos Paralímpicos. O evento é aberto a nadadores de países fora da Europa.
A delegação brasileira é composta por 16 nadadores, todos medalhistas em provas individuais do Campeonato Mundial de 2025, realizado em Singapura.
Na prova de 150 m medley S4, a nadadora Lídia Cruz, do Rio de Janeiro, estabeleceu novo recorde das Américas com o tempo de 2 min 56,31 s. No mesmo evento, Patrícia Pereira, de Minas Gerais, registrou 2 min 57,33 s, conquistando a prata. Cruz havia obtido bronze nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 com 2 min 57,16 s.
Nos 200 m livre, categorias S2‑S5 e S14, o nadador Gabriel Bandeira, de São Paulo, foi o mais rápido, completando a prova em 1 min 53,21 s e conquistando o ouro.
Na prova de 50 m borboleta, categorias S5‑S7, Samuel Oliveira, também de São Paulo, obteve a prata com o tempo de 33,68 s e 949 pontos.
Foto: Alessandra Cabral/CPB
Fonte: Agência Brasil
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